Tudo ultimamente anda meio “tanto faz”...
... nem bem nem mal, sobrevivendo.Não gosto de viver assim, não sei ao certo o que tem de tão errado na minha vida, provavelmente eu, sempre foi eu. Sou toda errada. Não faço do tipo “meio-termo”, principalmente quando se trata de sentimentos, ou gosta ou não gosta, ou ama ou não ama… Não é simples assim, eu sei, também não lido bem com sentimentos, mas me calo na incerteza, só digo se realmente estiver sentindo, sem ilusões, sem decepções, sem recendimentos, apenas a verdade, eu tento. Às vezes tento muito, mas que o necessário, ou, talvez, tento pouco até demais, não sou na medida certa. Me apego fácil demais; um beijo, um abraço, um sorriso, já é o necessário para meu coração dilacerar. Ter desvaneio, sonhos e expectativas. Mais uma coisa que odeio, expectativas, elas te fazem sonhar demais, viver num mundo irreal, você voa, voa e cai, se machuca. Mas elas sempre existem, e, ao mesmo tempo, te fazem acreditar, arriscar, o que é necessário… E fica tudo assim, sem fim, na interrogação, no tudo e nada. Enquanto as pessoas partem, a saudade chega, e as lembranças machucam.
theme by sabedorias, detalhes de muitoseu.
Fuck Off
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Sentir falta é diferente de sentir saudade. A saudade bate, agonia, estremece. A falta congela, chora, entristece. A saudade é a certeza que a pessoa vai voltar. A falta, é o querer ter de volta, mas saber que não vai ter.
Tati Bernardi  (via u-nreadable)

(Source: forrrget)



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E mesmo sabendo que as nossas chances são praticamente nulas, eu gostaria de entender por que a gente ainda se procura.
Gabito Nunes.   (via u-nreadable)

(Source: p-l-e-n-i-t-u-d-e)



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Corre atrás da tua dama, vagabundo. 

(Source: dama-e-vagabundo)



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Uma pessoa pode sentir-se isolada, mesmo sendo amada por muita gente, só pelo fato de não ser a única de ninguém.
O Diário de Anne Frank.   (via na-m0ral)

(Source: akbassetto)



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(Source: afastarei)



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Conversa entre mendigo e gari: 




— Luc, não me ignora. Sério.
Ele não responde.
— Luc, fala comigo. Não faz isso, por favor.
— O que quer Bárbara?
— Eu? Quero que pare com isso, para.
— Você disse que eu te ignoro, então tá, agora vou mostrar como é ignorar.
— Mas eu estava irritada, falei por falar.
— Ok.
Eles ficam em silêncio.
— Luc, não me ignora.
— Só tô quieto, para.
— Para você, eu só quero que pare. Já tá irritando você sendo grosso comigo.
— Parei. — Ele a escuta chorando.
— Bárbara.
— O quê?
— Não chora, é sério.
— Agora você diz isso? A culpa é sua, você tá sendo grosso.
— Desculpa mesmo.
— Vou deitar, tchau.
— Você quem sabe.
Ela desligou o celular, estava chorando. Ele não retorna, ela também não. Mais tarde ela telefona.
— Oi?
— Te esperei a tarde inteira, mas você não ligou.
— Queria te deixar em paz.
— Entendi. Vou desligar.
— Não, agora fica.
— O que quer?
— Te ouvir falar.
— Não temos o que falar, Lucas.
— Não fica triste, eu tava irritado.
— Não me importa, vou desligar. — Ela desliga.
De madrugada o telefone toca.
— Oi.
— Ainda tá brava?
— Não.
— E porque tá assim?
— Tô com sono.
— Quer que eu cante?
— Não.
— Quer que eu vá ai?
— Tá tarde, não quero.
— Quer chocolate?
— Não, tô gorda.
— Para, é sério.
— Vou desligar.
— Tudo bem, mas antes me diz uma coisa?
— Fala.
— Vai desistir de mim?
— De você? Nunca.
— E vai se cansar?
— Não.
— Então não me deixa parado aqui na porta de casa, não. Vem cá me abraçar.
— Não quero te ver.
— Então vem de olhos fechados.
Ela sorri. Vai em direção á porta e abre a porta de olhos fechados. Ele a olha parada na porta de olhos fechados.
— Agora fala comigo.
— Não quero mais.
— Então me manda mensagens.
Ela desliga e ainda de olhos fechados diz:
— Vai embora, sério. — Ela fecha a porta.
Ele sem entender, vai embora. Dois passos a mais, quase virando a esquina o celular dele toca. Era uma mensagem dela.
— ” Oi, a raiva passou. A saudade apareceu, pode voltar. Eu te amo. ” — Ele ri e volta.
— Tua-idiota. — Manda mensagens, só não perde o contato. (via tua-idiota)

(Source: notrecall)



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originally notrecall via l-u-m-i-e



obg por me segurir :)


por nada ><




(Source: lasvegasismyworld)



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originally lasvegasismyworld via removedust


E lá no fundo, bem lá no fundinho.. a gente sempre tem uma pitadinha de esperança. Esperança de que a pessoa volte, peça desculpas, fique do seu lado dizendo que ali é o lugar dela.
o-pianista (via o-pianista)


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